A velha política de Maragogi volta ao centro das atenções com declarações do ex-prefeito Marcos Madeira, que em tom exaltado e com erros de português, acusa Sérgio Lira de ter deixado seis meses de salários atrasados durante sua gestão. A fala reacende uma discussão que há anos ronda os bastidores da cidade: quem, afinal, deixou o maior prejuízo para os servidores?
Enquanto a população observa o embate entre ex-gestores, a gestão atual mostra que é possível fazer diferente. Sob o comando do prefeito Daniel Vasconcelos, Maragogi superou os tempos de incerteza e construiu uma nova relação com o funcionalismo.
Hoje, o salário do servidor é pago em dia — e com frequência, antecipado. Em junho, por exemplo, os vencimentos foram depositados dez dias antes do previsto, garantindo mais tranquilidade às famílias maragogienses antes das festas juninas.
Mas o compromisso vai além da pontualidade. Em 2025, a categoria da Educação viveu o que muitos classificaram como a negociação mais respeitosa e produtiva da história recente do município. Com diálogo, transparência e escuta ativa, a gestão Dani promoveu avanços concretos em reajustes, direitos e condições de trabalho.
“Foi a primeira vez que sentimos que nossa voz teve valor. Nunca fomos tão bem tratados em uma mesa de negociação”, afirmou uma professora da rede municipal.
A diferença é clara: enquanto no passado se discutia quem atrasou mais, hoje Maragogi avança com quem prioriza o servidor. Com responsabilidade fiscal, respeito e compromisso com quem faz a cidade acontecer.





